fossem os últimos da minha existência
e como se o dia de hoje já não fosse o amanhã
entre o pôr-do-sol e o despertar da lua,
pois amanhã já nada será eterno,
como hoje são os minutos e os segundos.
e depois de me teres eu já não viverei,
pois retiraste de mim a essência da vida.
(achei que estava na altura de colocar aqui um poema meu. e embora ao olhar para ele aqui me sinta um bocado "transparente", é um pouco de mim, ainda hoje, mais de seis anos depois de o escrever...)
1 perspectivas:
Adorei o teu poema. Carpe diem pois o tempo passa rápido e o relógio do pai natal não existe.
Este poema é intemporal...
Bjs
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